Pokemon, A Teoria


Hoje um ficção que mostra como a história Pokemon começou... 

22 de janeiro de 2027: Dr. Hagiru Sato e sua equipe de cientistas do Japão, América, Canadá e Grã-Bretanha começam a trabalhar em uma máquina de transferência de matéria-energia.

11 fevereiro de 2033: Primeira máquina é testada com sucesso depois de mais de uma centena de testes desastrosos. Controvérsias sobre a natureza destrutiva da tecnologia inflama.

18 de julho de 2033: Um incidente catastrófico com uma máquina de matéria-energia destrói a cidade de Hiroshima, com uma devastação que não se via desde as bombas atômicas que foram lançadas quase 90 anos antes. Funcionários do governo japonês implementaram o fechamento e proibição de trabalhos com esta tecnologia, embora as potências ocidentais permitiram que os trabalhos continuassem, apesar do acidente.


Espirito Escolar



Seu nome era Lucas Moura, conhecido pelas a sua alegria, tinha muitos amigos, todos queriam ficar perto dele. Isso tudo antes de Lucas se mudar de escola. Trocou de escola para uma ETEC, como sempre foi bom aluno conseguiu passar na prova e ingressar na nova vida acadêmica. Fazia o mesmo caminho toda a vez para ir a nova escola, entrava na Av. São Lucas e continuava pela a Anhainha Mello, o caminho até que era longo, mas ele não se importava, pois agora estaria estudando em um lugar muito melhor.

Nos primeiros dias Lucas ficou um pouco acanhado, mas logo já arranjou amigos, e assim foi durante os dois primeiros meses ele já estava totalmente enturmado e possuía vários amigos em sua classe. Tudo ia bem até que dois valentões começaram a infernizar a vida de Lucas por sua baixa estatura, os dois tacharam alguns apelidos a ele, nomes tão ridículos que seria melhor não comentar qualquer um deles.

Lucas, agora conhecido por Lukão, simples ironia a sua altura, andava cada vez mais nervoso com tudo e todos, suas amizades feitas já estavam cada vez mais frágeis, os amigos satirizavam o pequeno Lucas sem que ele entrasse na brincadeira.

Parque de Gettysburg



O Parque Nacional de Gettysburg é um lugar lindo. Cheio de cores, de flores, de pássaros, esquilos, etc. Cheio de paz. Pode-se percorrer os locais da batalha de carro ou a pé. Em horas ou em dias. Quem vai a Gettysburg deve conhecer e gostar de história. Pode estudar antes ou aprender lá. Guias treinados estão no Visitor Center exatamente para isso.

Mas existem histórias em Gettysburg que não estão nos livros de História...
A batalha de Gettysburg durou três dias e foi uma das mais sangrentas da história americana, com cerca de 50 mil soldados mortos no conflito. Com tantos homens jovens mortos de forma tão violenta, muitos acreditam que o local é assombrado por soldados caídos incapazes de aceitar a morte prematura. Dizem que estas almas inquietas vagam pelos campos da Pensilvânia, em busca de seus rifles e companheiros, sem saber que a batalha já foi encerrada.

Freddy Jackson


Talvez a foto mais famosa e intrigante sobre fantasmas. Esta foto foi tirada em 1919, aonde foi puclicada pela a primeira vez em 1975 por Sir Victor Goddard, um oficial aposentado da RAF. A foto mostra o grupo que fazia parte do esquadrão de Goddard que serviu a Primeira Guerra Mundial à bordo do HMS Daedalus.

Como pode ser visto no destaque, a foto mostra um rosto fantasmagórico extra no grupo. É dito que seja o rosto de Freddy Jackson, um mecânico aéreo morto dois dias antes por uma hélice de avião. O funeral dele aconteceu no dia que esta foto foi tirada. Os membros do esquadrão reconheceram facilmente ser o rosto de Jackson. Alguns acreditam que ele não tenha se dado conta de que morreu, e que por isso resolveu ir participar da foto do grupo.

Vão pela sombra, Equipe Eutanásia.